Dia Mundial Contra o Câncer na Infância: olhar cuidadoso pela vida dos pequenos heróis

Sábado passado, o mundo lembrou uma data importante: o Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância.  Uma data criada pela Confederação Internacional de Pais de Crianças com Câncer em 2002 para conscientizar sobre a importância do diagnóstico precoce. São mais de 90 países mobilizados para atingir a meta de redução da taxa de mortalidade infantil causada pelo câncer. A gente não poderia ficar de fora dessa luta.

É preciso estar atento e alertar aos pais e responsáveis para os primeiros sinais dessa doença que, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA) deve ter só esse ano no Brasil 625 mil novos casos, sendo cerca de 8.460 em crianças e adolescentes de 0 a 19 anos.

Acontece que a grande dificuldade em diagnosticar de forma precoce o câncer infanto-juvenil é  que os sinais e sintomas apresentados pelas crianças e adolescentes são parecidos com os de doenças comuns nessa fase e, quanto mais cedo esses pacientes recebem o tratamento adequado, maiores são as chances de cura, podendo chegar a até 70% aqui no Brasil. Além disso, o diagnóstico precoce melhora a qualidade de vida e as sequelas podem ser menores.

Olhar com atenção para cada detalhe das crianças é uma das coisas mais lindas da minha profissão. Então, convido todos a exercitar esse olhar mais cuidadoso, amoroso e que é capaz de curar e salvar vidas!

Então, vamos ficar de olho em sinais como palidez; hematomas sem causa aparente ou sangramento; caroços ou inchaços (especialmente se são indolores e sem febre ou outros sinais de infecção); perda de peso sem explicação; tosse persistente ou falta de ar; suor noturno; alterações nos olhos (pupila branca, estrabismo recente, perda da visão, hematomas ou inchaço ao redor dos olhos); inchaço abdominal; dores de cabeça, especialmente se incomum, persistente ou grave; vômitos (em especial pela manhã ou com piora ao longo dos dias); dor em membro ou dor óssea; inchaço sem trauma ou sinais de infecção; fadiga, letargia, ou mudanças no comportamento, como isolamento; tontura, perda de equilíbrio ou coordenação.

Nossas crianças são fortes, são verdadeiros super heróis, mas precisam de nosso olhar para continuar uma história linda e cheia de vida! –

Um abraço,

Andréa Leal

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Eu sou Andréa Leal, e sempre achei importante que a minha fotografia falasse por mim.

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